Mini-pilar e pilar intermediário não são componentes equivalentes. No mini-pilar, a conexão varia conforme o implante e a cinta transmucosa permite ajustar a altura da plataforma protética. Em sistemas tissue level, o pilar intermediário trabalha sobre uma plataforma cuja posição já foi definida pela instalação do implante.
Quais são as três partes do mini-pilar?
- Conexão implantar compatível com a família do implante.
- Cinta transmucosa disponível em diferentes alturas.
- Plataforma protética padronizada para receber os componentes do trabalho.
Como funciona a plataforma do mini-pilar?
Em implantes em nível ósseo, a altura da cinta ajuda a posicionar a plataforma de trabalho em relação ao tecido. Essa variedade oferece ao profissional opções para adequar acesso, perfil transmucoso e espaço protético.
A conexão do mini-pilar deve sempre corresponder ao sistema do implante, mesmo quando a plataforma superior segue um padrão comum.
O que muda no pilar intermediário para tissue level?
No implante tissue level, a porção transmucosa integra o próprio implante. Por isso, a margem da plataforma protética é determinada cirurgicamente no momento da instalação e não pode ser reposicionada posteriormente por uma cinta de altura diferente.
O pilar intermediário correspondente permite restaurações unitárias ou múltiplas sem que o parafuso protético seja instalado diretamente no implante, mas trabalha sobre essa plataforma já estabelecida.
Mini-pilar pode ser usado em implante tissue level?
Não se deve assumir essa compatibilidade apenas pela semelhança visual ou pelo nome do componente. Implantes tissue level exigem pilares desenvolvidos para sua plataforma específica.
Quando a plataforma fica muito profunda em relação ao tecido, o caso precisa ser avaliado individualmente. A seleção de um componente não deve ser usada para compensar uma posição sem antes confirmar indicação e compatibilidade.
Resumo das diferenças
- Mini-pilar: conexão variável, cinta selecionável e plataforma protética padronizada.
- Pilar para tissue level: conexão própria e plataforma condicionada pela posição do implante.
- Implantes bone level oferecem maior variedade de alturas transmucosas por meio do pilar.
- Implantes tissue level transferem parte dessa definição para a etapa cirúrgica.
Como escolher corretamente?
Identifique a marca, a família, a conexão, o diâmetro e o nível de instalação do implante. Depois, avalie altura do tecido, espaço interoclusal, tipo de prótese e acesso para manutenção.
Em caso de dúvida, confirme o componente com a consultoria técnica antes de realizar o pedido ou iniciar a etapa laboratorial.
Principais pontos
- Conexão implantar compatível com a família do implante.
- Em implantes em nível ósseo, a altura da cinta ajuda a posicionar a plataforma de trabalho em relação ao tecido. Essa variedade oferece ao profissional opções para adequar acesso, perfil transmucoso e espaço protético.
- No implante tissue level, a porção transmucosa integra o próprio implante. Por isso, a margem da plataforma protética é determinada cirurgicamente no momento da instalação e não pode ser reposicionada posteriormente por uma cinta de altura diferente.
- Não se deve assumir essa compatibilidade apenas pela semelhança visual ou pelo nome do componente. Implantes tissue level exigem pilares desenvolvidos para sua plataforma específica.
- Mini-pilar: conexão variável, cinta selecionável e plataforma protética padronizada.

